A sonhar…

Federais quando saem de casa
esquecem a hora
esquecem o tempo
Se sentem dramáticos
oxigênio sob a terra
Em invasão dos pólos da nação
Corrompida insatisfação
De direitos sonegados
Pela atmosfera
Descontrolados
Em roubos, tráfegos, cargas roubadas
E delinquência juvenil
Todo fim de semana
Enquadra um pobre
Atividade imbecil
Marginal
Paranormal.
Peça clemência. Oh! piedade
Os federais não podem sair
de casa. A hora se perde em seu tempo de morte.
Não é diferente para com os civis.
Sua rotina também é assim.
Suada, cansada.
Até dormir não tem vez pra
vagabundo, periferia é assim.
Cai um, cai dez, cai mil.
Entre mutirões nas favelas
Abismam multidões singelas
Por justiça seu sangue clama
Mas os juízes absolvem as podridões
dos templos imundos
E solidões escassas de tempo
A sonhar…

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