Professora,
Queria que você soubesse aquilo que eu não
consigo dizer. O que eu não digo e não
consigo entender. Naufrago no campo
da minha desilusão.


“Quando comecei a abrir muitas chaves,
parênteses, colchetes nas letras, eu me
assustei. Quando quis sublinhar e
puxar setas demais, eu parei.”


Por que?
Eu precisava ser capturada. Ser invadida.
Ser sequestrada. Ser vencida.

Escrita post-morten ser vivo-morto.
Custava? Auto-flagelador

Eu não queria perturbar-lhe com
minhas palavras insanas.
Queria te mostrar esse tipo de bobagem.

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