Linhas a ocupar

Eu faço versos singelos
Sobre o dia a dia
Um pouco de agonia
Mas quem não a tem?
Letras sórdidas e soltas
Evaporam por aí
Quando as lanço em direção
Da minha caneta esferográfica preta
Na folha do caderno
Linhas a ocupar.

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Tolere-me

Eu queria
passar pra
você o
que eu penso
através do meu
pensamento
Por que
com as palavras
não consigo
dizer,
nem ditas
nem escritas.
Tolere-me.

Se eu fosse você

Se eu fosse você
Ia querer me beijar
Sem demorar muito
Por que
eu tô aqui
e você tá aí
Então
poderíamos juntos
estar
aos lençóis
e os
nossos lábios
mergulhar
no prazer
mútuo.

Pra nós

Eu gostaria de agradecer
A comida que eu tenho para comer
O ar que tenho para respirar
A água que tenho para beber
O mundo que temos para viver
O sol a nos aquecer
Plantas fazendo brotar
Terra pra gente plantar
Frutas pra gente colher
Pessoas pra gente amar.