Em defesa da vida

Eu queria dizer pra você

Feliz Dia do Meio Ambiente, mas

Como o posso fazer?

De ver ao meu redor a água sendo poluída,

a cachoeira destruída,

A pedreira que dinamita e destrói a montanha.

Erosão, degradação, construção e queimada no lugar da mata ciliar.

Se a cada dia em que há vida

Há incêndio ali na esquina.

Há lixo na beira do rio, poluição de esgoto diretamente onde antes existia o rio

corrente.

Água cristalina, córrego com peixes.

Hoje, extremamente fétido, poluente.

Como eu posso desejar

Feliz Dia do Meio Ambiente

Se os organismos ambientais/ irresponsáveis

Mais sabem propagandear ações do que realmente atuar

E se as pessoas que jogam em interesses pessoais/ financeiros,

Negociam acordos usando o meio.

De quem é o meio ambiente se não de todos que vivem nele?

Quais são os sintomas dessa imensa poluição do ar e das águas que está a nos cercar?

Qual é o problema e por que o rio Guandu não pode ter recuperada  sua mata ciliar?

Mas ali estão gados a pastar, cercas a tomar.

Construção de casas em local irregular, empresas a beira rio querem situar.

Se a montanha de lixo parado nos locais públicos só fazem aumentar,

Coleta seletiva propagandeada não é real.

O projeto e programa de manutenção precisam funcionar.

Educação escolar e familiar para respeitar a vida. Desde já.

Atenção aos rios então!

Só para o momento posso citar, aqui em Japeri:

Rio Santana, São Pedro, Santo Antônio, Rio D’Ouro, Rio dos Poços.

Incluam o córrego Santa Tereza que, por favor, não é valão! Mas estão a o tornar.

As montanhas que nos rodeiam também pedem socorro!

Mata Atlântica precisa reflorestar.

Chega de queimadas! chega de desmatamento.

Precisamos de ar puro para respirar.

Esta é a qualidade de vida que podemos observar, ter e manter.

Neste 5 de junho então, um dia de reflexão Mundial do Meio Ambiente.

A minha súplica mundial é também japeriense.

Ambiental de coração e por paixão e muito amor à mãe terra.

Viva e colorida!

Explosão de biodiversidade.

Cuidando dos rios, cuidamos dos mares.

Respeitando as florestas protegemos os animais.

Mantendo o verde cultivamos a esperança de viver num mundo melhor.

Esta reflexão sobressai no sentido de repensar o que está aí no “mundo”.

Onde estamos nesse mundo?

O que fazemos ou podemos fazer para melhorá-lo e não mais destruí-lo?

Qual é o mundo que queremos para nós e para os nossos filhos?

Por nossa fauna e nossa flora, pelos nossos territórios.

Por nossas águas e florestas.

Em defesa da vida.

 

passarinho

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Queremos que vocês olhem

Daí de cima
Daí de cima.
Queremos que vocês olhem
Japeri
Daí de cima.
Queremos.
Nós queremos que vocês olhem
Queremos que vocês olhem
Aquela abrupta pedreira
A nos destruir
Nos poluir
Degradar a mata e
a nossa água secar
Desviar
Queremos que você veja
As margens do Rio Guandu
Secas
Cadê a mata ciliar?

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Degradação desumana

Na subida do Pico da Coragem em Japeri, mais uma covardia é executada pelas retro escavadeiras.
“Eu fico espantada de ver tamanha irresponsabilidade, um crime cometido a mãe natureza que não merece esse desrespeito, essa crueldade.
E é assim que segue Japeri, com homens que fazem o que querem com suas máquinas mortíferas, retro escavadeiras que estão a soterrar todas as encostas, eles vão ali dragar, aterrar.
Como aceitar que a poucos metros da cachoeira, em sua encosta ali a resistir, alguns sujeitos decretaram a morte das árvores que existiam, arrasando o ambiente? O que querem? Criar uma auto-estrada na floresta? Consertar um buraco causado pela erosão?
O que conseguiram foi danificar e colocar em extremo risco o lugar, aquela encosta/ mata ciliar, pois sem a segurança das raízes ainda mais terra e pedra descerá obstruindo as águas que logo ali estão a correr.
Aconteceu mais uma vez aos olhos desta população e de uma pasta de meio ambiente fraca, que parece nada ver, que “pode achar” que dentro de suas salas com ar condicionado e seus cursos graduados, muitas coisas a fazer, mas na verdade para quem anda e observa pelas ruas, rios, morros e montanhas da comunidade está clara a total degradação deste lugar.
Há de se respeitar a floresta e a mata ciliar, pois ali não é lugar de pó de pedra! As embaúbas que foram arrancadas são espécies pioneiras da mata atlântica que crescem em áreas desmatadas em recuperação. Está mais do que na hora de reflorestar estas áreas e não contribuir para o desmatamento e a erosão!
Mas que decepção!”