indo

Quero ficar rindo
Indo e voltando
sem parar
Pra pensar
desesperar
sentindo
em vão
saindo
de mansinho
pra imensidão
e não voltar

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Meus escritos não são nada
Não os escrevo para serem bons
Eles são o que saem da minha
alma.
Em letras loucas.
E banais.

Ando pela rua

Ando pela rua
Como se estivesse num templo escuro
Cheio de salas vazias
Flutuo no caos de mim mesma
E me perco.

Ando pela rua
Na noite escura
Só com a minha solidão
A minha ausência
Minha decepção.

Ando pela rua escura
Não tem mais ninguém a vagar
Somente eu.
Perdida na madrugada fria
E sórdida.

Andei pela rua
E me viciei na agonia sentida
Brisei no ar que tocava na pele
Extasiei-me ao notar a sombra
Da montanha.

Não poderia mais ver as estrelas.